Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

be aware i'm back! mudei mas, não se iludam, continuo parva como sempre :p

decidi reabrir o blogue, mais de um ano sem escrever com regularidade, o tempo passou, as circunstâncias da minha existência mudaram, as pessoas que fazem parte da minha vida mudaram, eu mudei. 

um destes dias fui reler os escritos passados e apercebi-me que continuo a rever-me no que escrevi. a minha essência manteve-se, suponho que apenas alterei o alcance da minha vista... posso dizer que estou mais (ma)dura!

se estavam (a ousadia de utilizar o plural também é uma mudança) à espera da canca fofinha que escreve sobre sentimentos fofinhos, aquela cujo lema de vida era o imagine do john lennon, esqueçam! ela continua a morar cá dentro, mas vai manter-se com as mãos (e o coração) fora do teclado (acho eu, a insegurança ainda tem moradia permanente).

para provar que estou diferente, vou apresentar provas materiais, algo em grande!...

estou tão dura que HOJE DE MANHÃ PARTI A TROMBA A UM ELEFANTE, literalmente, ora vejam:


o depois

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

terça-feira, 12 de maio de 2015

da minha também crónica cinófilia

num tradicional minimercado, da minha pequena vila plantada na margem do Douro:
 
irmã: está ali um cão (dentro do minimercado)!
eu (depois de espreitar e ver o cãozinho, no corredor à frente, de rabinho entre as pernas): está assustado!
irmã (ao ver-me iniciar uma tentativa de aproximação ao bicho): nem penses em levá-lo para casa.
eu: !!!!!! (ia só fazer-lhe festinhas)
 
a ideia ainda não me tinha passado pela cabeça, a minha irmã achou por bem prevenir em vez de remediar. :P

é isto, e o meu pai apelidar-me de mãe dos cães!

terça-feira, 14 de abril de 2015

socorro fui beijolada (e gostei), ou, por favor alguém me arranja colegas de trabalho menos malucas

fui manietada para que me pudessem beijar à força (mas, com meiguice), isto perante uma audiência de três elementos do género feminino e um masculino. é o que dá ter umas bochechas tão deliciosamente apetecíveis, ou isso, ou haver gente que confunde sumo de uva com groselha. :P

segunda-feira, 21 de julho de 2014

a magia do amor, a magia dos livros, a magia d'O Principezinho

desde criança que os livros me fascinam, uma das recordações bem vivas da infância é a vontade de absorver o conteúdo dos livros, andar com eles de lado para lado a tentar descobrir os segredos que a escrita me escondia... na maioria livros escolares, havia poucos livros de literatura em nossa casa. se há coisa que a falta de dinheiro nos retirou, com muita pena minha, foi o acesso à cultura, aos livros...

talvez por isso, livros sempre foram o presente de eleição que escolhi para o meu pequeno príncipe, e ele amava-os com a mesma e única intensidade com que sabia amar. um orgulho ter sido eu a despertar-lhe este amor. cinco anos não me deram tempo de lhe apresentar O Principezinho, tenho a certeza que o teria adorado, eram almas gémeas.
 
à pequena T, a minha princesa rebelde, de amores não tão intensos como os do irmão, é também com um imenso orgulho que lhe vejo crescer o amor pelos livros. se estou a ler lá vem ela pedir para lhe emprestar um livro, eu tola e insensata costumava resistir:
- a tia não te empresta o livro porque só tem letras, e tu não as conheces.
- conheço sim, o a, o i, o o, o u, e o... e!
 
todas as minhas resistências se derreteram perante tamanha ternura. agora senta-se ao meu lado a esfolhá-los, a perguntar o que representam as capas, quem sãos aqueles (fotos dos autores)...
 
quis o destino (de bracinhos grandes) que lhe apresentasse O Principezinho (livro com ímanes) aos três anos, e ela adora-o, o seu pincipezinho.
 
vi-a um dia destes encantar-se ao descobrir O Regresso do Jovem Príncipe, além de letras tem figuras, folheá-lo ávida de respostas, e eu partilhá-lo a rebentar de orgulho.
 
ontem, sentada no meu colo, vê aqui no blog a imagem da aplicação "leitura partilhada", e reconhecendo o livro aponta e diz, olha este livro é igual ao teu! Quando me fui deitar, quis ir comigo para a cama e ficar a brincar com o seu pincipezinho.
 
vejo-a devorar livros à sua maneira, e vou-me lembrando da menina curiosa por saber que um dia fui... sorrio e sinto-me feliz.
 

domingo, 25 de maio de 2014

bloggywog award


a Maria e o Ted M, com a gentileza que lhes és característica, presentearam-me, obrigada. fui parar aos vossos blogues, e fiquei porque a sinceridade, a autenticidade, a vontade de se conhecerem, de se mostrarem como são e de evoluírem me cativaram. não posso deixar de dizer que me identifiquei muito com a vossa insegurança, e que sinto que por trás do medo de não serem suficientemente bons, se escondem pessoas maravilhosas, e aqueles que conseguem vê-lo são uns sortudos porque ganham pessoas de valor nas suas vidas. partilho este texto, com um carinho especial para vocês, não deixem de ser fiéis ao que são.

Se formos o que é suposto sermos – com toda a autenticidade e radicalidade que isso implica – vamos necessariamente chocar com outras pessoas. Vamos ser diferentes do que elas gostariam que fôssemos. Vamos ter visões diferentes do mundo e vamos fazer escolhas diferentes.
 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

pequenos nadas de grande valor

é tão agradável quando ao dirigirem-se a nós iniciam ou terminam a frase com o nosso nome:

- bom dia, Canca.
- Canca, diz lá a tua opinião.

fico logo de sorriso no rosto.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

será que sou?

 
Eu, e talvez a maioria das pessoas, desejo sentir-me especial, quero que percebam a minha essência, aquilo que nem sempre sei dizer, nem sempre sei demonstrar, aquilo que está no meu coração.
 
"Muito, muito obrigado minha querida!
A minha linda é uma pessoa muito especial. Mil beijinhos"
 
Estas pequenas maravilhas deixam-me de lagriminha ao canto do olho. Dão um valente soco na minha insegurança, e põe-me a pensar que devo ser mesmo especial, caso contrário não teria o privilégio de partilhar a vida com pessoas tão maravilhosas.
 
Obrigada.
 
Partilhar é bom.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

começar o dia com um sorriso

roubado por um AMO-TE que alguém escreveu no vidro da porta esquerda do meu carro.
parecia mesmo uma declaração de amor.
obrigadinha.
;)
 
 

domingo, 5 de janeiro de 2014

o poder do abraço

há muito que estava na minha caixa de rascunhos um post com estas palavras "o poder de um abraço não se contém em dois braços", há outro tanto tempo que andava para escrever sobre o poder de um abraço, agora mesmo um vídeo veio abraçar-me, e eu não podia deixar de partilhar com vocês um abraço. vejam, só vos posso dizer que acabei de ver com um enorme sorriso no rosto.

 
 
boa semana, carregadinha de abraços
 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Um Natal muito *Pooh*

*genuíno, cheio de simplicidade e sorrisos*

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

dos colegas de trabalho - modelo sorrisos roubados vs modelo wtf

aquele que me traz um filme, porque viu, gostou e se lembrou de mim. :)
aquela que me liga e retoricamente pergunta se quero uma fatia de bolo. :)
 
vs

aquela que me desliga o telefone nos tímpanos ainda eu estava a articular um obrigada. :/

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

eu tenho colegas de trabalho assim... roubadores de sorrisos*

toca o meu telefone:
eu - sim.
ele - helpdesk?
eu (sem perceber o que ele tinha dito) - sim !?
ele (um bocado atrapalhado, e sem saber com quem estava a falar) bom dia.
eu (a sorrir) - boa tarde!
ele - para onde é que estou a ligar?
eu (a sorrir ainda mais) - com quem é que querias falar?
ele (agora também a sorrir) - oh canca és tu! bem me parecia que alguém do helpdesk não teria assim uma voz tão simpática.
eu - já tiveste mentiras melhores.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

do peso dos momentos

tem sido uma semana "pesada" entre medos pessoais e laborais, penso demais, crio ansiedade demais, resultado, nervosismo e insegurança a mais, e o ciclo repete-se, on and on and on... ando com a cabeça a mil...



chego a casa e dizem-me, vai dar um beijinho à T, ela perguntou por ti antes de ir para a cama. bato à porta do quarto e oiço, É A CANCA, VEM DAR-ME UM BEIJINHO. :')

escusado será dizer que não lhe dei um, dei muitos, beijos, abraços, apertei-a com a certeza que é uma PEQUENA maravilha.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

da felicidade em tempos de crise

andam a apetecer-me acontecimentos encantadores, daqueles que nos roubam sorrisos rasgados e nos deixam simples e genuinamente felizes, nada de acontecerem, até que...

- parte do meu trabalho consiste em prestar um determinado serviço ao público, serviço esse que até há bem pouco tempo era pago, com a mudança da legislação deixou de ser -

... recebo dois utentes a quem vou prestar serviço, vêm de outra entidade onde já pagaram, foram informados que aqui também terão de pagar. resignados dirigiram-se a nós, quando informo já não haver lugar ao pagamento eles ficam incrédulos, questionam-me novamente, eu explico que a legislação mudou, os rostos deles abrem-se num enorme sorriso, e em sonoros obrigada.

despeço-me e não pude deixar de sorrir genuinamente, pela incredulidade e espontaneidade que vi espelhada naqueles rostos. normalmente este tipo de informação não é dada por mim, foi engraçado testemunhar a cara de espanto - o quê em Portugal foram abolidas taxas?! nessa não acreditamos nós! imagino o alívio que sentiram, fiquei feliz por ser parte deste momento, e ter sentido, mais uma vez, o poder das pequenas coisas.

domingo, 11 de agosto de 2013

coisas que me roubam sorrisos


foste tu, foste! que me fizeste sorrir e lembrar pessoas muito queridas. :)
bom domingo

quinta-feira, 25 de julho de 2013

o meu pianista fez de mim uma bailarina...




o desespero era muito, lutávamos por escapar à fúria da água que em fortes golpadas tomava conta do edifício, agarrávamo-nos uns aos outros, agarrávamo-nos às paredes, aos móveis, a tudo que nos pudesse resgatar da fúria das águas que nos queriam engolir...

as águas recuaram, escapamos ilesos, pergunto a uma colega porque ficámos encurralados no rés-do-chão do edifício se ele tinha mais andares, ela não me sabia responder, e tu onde estarias tu, interrogamo-nos...
 
olhámos para o lado e lá estava ele, o piano de cauda, ileso, e tu onde estarias? ouvimos sons no seu interior, abrimos a cauda, e lá estavas tu, protegido dentro do teu instrumento, saltaste do seu interior e abraçaste-me como só se abraça alguém que se julga perdido...
 
dos teus braços não mais me soltaste, eu era uma bailarina que voava pelo palco guiada pela mestria dos teus passos, eu rodopiava, eu pendia sobre o teu corpo e juntos descrevíamos uma coreografia digna de bailados profissionais, o lago dos cisnes, eu um cisne nos teus braços, a plateia de sobreviventes lá ao fundo aplaudia-nos...
 
fui tão feliz naqueles momentos que durou o nosso bailado, agora ele tinha terminado, vamos embora, dirijo-me para a porta, mostram-me a saída, uma porta à qual reduziram a altura, só eu conseguiria atravessá-la, para ti é demasiado pequena, procuro-te com o olhar, já não estás, a multidão levou-te de mim, querem separar-nos, decido passar a pequena porta, pequena demais até para mim, tenho de rastejar para a atravessar, o meu pensamento deseja que vás no meu encalço, que arranjes um modo de te libertar e de novo estares nos meus braços...
 
acordo... um sorriso desenhado no rosto... os teus, rosto e sorriso, esses não recordo...

terça-feira, 23 de julho de 2013

coisas encantadoras # 1


das coisas mais simples podemos extrair os mais encantadores sorrisos.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

eu: e se eu n for o que os outros esperam, tenho mais medo de desiludir do q de ser desiludida
 
bracinhos grandes: ñ digas isso, entre amigos ñ se fazem expectativas dessas
 
eu: essa frase diz muito de ti, tu és assim, livre de preconceitos. um dos motivos porque te adoro ♥

bracinhos grandes: hihih, mas é verdade ♥

eu: no teu coração, mas pessoas como tu são uma raridade

bracinhos grandes: ñ são nada, às vezes tropeçamos é nas pessoas erradas!