Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

Mostrar mensagens com a etiqueta os meus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta os meus. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de junho de 2015

fim-de-semana em modo babysitter

domingo, 31/05/2015, 7h:30min

ela - tia, porque é que temos de dormir, não podemos fazer outra coisa?
eu - nós dormimos, outra coisa é com o luís franco bastos!

depois de duas estórias, uma sobre a amizade baseada em factos verídicos, e os três porquinhos versão longuíssima metragem; milhares de milhões de porquê e quem e quando e como; e alguns falsos alarmes de corpo adormecido, continuava acordada!

ela - não quero dormir.
eu (com voz autoritária) - ainda é cedo tens de dormir, se não a tia vai chatear-se contigo!
ela (indignada) - tu não gostas de mim! e virou-se para o lado abraçada a um boneco.

 segundos depois dormia, já eu, podre de sono, não consegui dormir!

terça-feira, 12 de maio de 2015

da minha também crónica cinófilia

num tradicional minimercado, da minha pequena vila plantada na margem do Douro:
 
irmã: está ali um cão (dentro do minimercado)!
eu (depois de espreitar e ver o cãozinho, no corredor à frente, de rabinho entre as pernas): está assustado!
irmã (ao ver-me iniciar uma tentativa de aproximação ao bicho): nem penses em levá-lo para casa.
eu: !!!!!! (ia só fazer-lhe festinhas)
 
a ideia ainda não me tinha passado pela cabeça, a minha irmã achou por bem prevenir em vez de remediar. :P

é isto, e o meu pai apelidar-me de mãe dos cães!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

a magia do amor, a magia dos livros, a magia d'O Principezinho

desde criança que os livros me fascinam, uma das recordações bem vivas da infância é a vontade de absorver o conteúdo dos livros, andar com eles de lado para lado a tentar descobrir os segredos que a escrita me escondia... na maioria livros escolares, havia poucos livros de literatura em nossa casa. se há coisa que a falta de dinheiro nos retirou, com muita pena minha, foi o acesso à cultura, aos livros...

talvez por isso, livros sempre foram o presente de eleição que escolhi para o meu pequeno príncipe, e ele amava-os com a mesma e única intensidade com que sabia amar. um orgulho ter sido eu a despertar-lhe este amor. cinco anos não me deram tempo de lhe apresentar O Principezinho, tenho a certeza que o teria adorado, eram almas gémeas.
 
à pequena T, a minha princesa rebelde, de amores não tão intensos como os do irmão, é também com um imenso orgulho que lhe vejo crescer o amor pelos livros. se estou a ler lá vem ela pedir para lhe emprestar um livro, eu tola e insensata costumava resistir:
- a tia não te empresta o livro porque só tem letras, e tu não as conheces.
- conheço sim, o a, o i, o o, o u, e o... e!
 
todas as minhas resistências se derreteram perante tamanha ternura. agora senta-se ao meu lado a esfolhá-los, a perguntar o que representam as capas, quem sãos aqueles (fotos dos autores)...
 
quis o destino (de bracinhos grandes) que lhe apresentasse O Principezinho (livro com ímanes) aos três anos, e ela adora-o, o seu pincipezinho.
 
vi-a um dia destes encantar-se ao descobrir O Regresso do Jovem Príncipe, além de letras tem figuras, folheá-lo ávida de respostas, e eu partilhá-lo a rebentar de orgulho.
 
ontem, sentada no meu colo, vê aqui no blog a imagem da aplicação "leitura partilhada", e reconhecendo o livro aponta e diz, olha este livro é igual ao teu! Quando me fui deitar, quis ir comigo para a cama e ficar a brincar com o seu pincipezinho.
 
vejo-a devorar livros à sua maneira, e vou-me lembrando da menina curiosa por saber que um dia fui... sorrio e sinto-me feliz.
 

terça-feira, 6 de maio de 2014

do dia da mãe

que não foi fácil, eu que já perdi a minha mãe, já aceitei que não vou ser mãe, que sei bem a dor de perder um filho, eu que daria tudo para ver os meus felizes...
 
não sei se foi a vida que me ensinou, se foi a minha combinação genética que me deu a capacidade de guardar as perdas, sem nunca as esquecer, de as sofrer e de as sentir como parte de mim, mas contudo conseguir seguir, às vezes de sorriso no rosto, outras de semblante carregado, contudo seguir... o que ninguém me ensinou, nem eu sou capaz de saber é ver os meus a sofrer sem sofrer também...
 
eu amo a minha mãe, porque sei que ela foi Mãe, mãe o melhor que podia, talvez eu não tenha sido a filha que ela desejou, mas hoje sei algo que me enche de orgulho, se ela estivesse connosco estaria muito orgulhosa da Família que somos, dos laços únicos que nos unem, e aposto que a filha mais nova, a mais terrível, lhe roubaria muitos sorrisos, e ao lembrar o sorriso largo dela os meus olhos choram, porque eu sei que me amava como uma Mãe sabe amar um filho.
 
a minha mãe teve a Filha, aquela que ela sonhou, a minha irmã, a relação delas era cúmplice, era de dedicação total, era de amor incondicional. a minha irmã dez anos passados não superou perda. a dor da minha irmã dói-me como se fosse minha, eu queria ajudar, queria saber dizer as palavras mágicas que pudessem amenizar a dor, queria saber ter as atitudes que a pudessem fazer sorrir, mas eu não sei, nem sei se tenho esse direito... cada um sente por si, cada um sabe o que as suas dores internas valem para a pessoa que é. eu amo a minha irmã como se de uma mãe se tratasse, tudo o que eu pude fazer no dia da mãe que passou foi ser solidária com a sua dor, que no dia 4 de Maio a apanhou como um vendaval, o meu dia não foi fácil, não foi cheio de sorrisos, nem de alegria, mas foi carregado de amor... o amor nem sempre nos faz sorrir...

segunda-feira, 24 de março de 2014

tenho saudades tuas, tantas, imensas meu AMOR

quatro anos sem ti, continuam as lágrimas, continua a fenda no coração que nehum outro sentimento ou pessoa podem colmatar, eu amo-te meu pequeno príncipe, tu sabes, tu sabias sentir... tenho tantas, tantas saudades, imensas, do tamanho do meu amor por ti, eu amo-te.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

hoje completarias 10 anos

irias distribuir alegria, os nossos corações bateriam mais forte contagiados pela forma, ainda mais vibrante, como vivias a comemoração de datas festivas, pelo forma como sabias agarrar a hipótese ser ainda mais feliz, tu sabias ser e fazer mais e mais feliz.
 
sem ti
crescem a cada dia a saudade e o medo que as memórias possam desvanecer, cresce o sentimento que plantaste em nós, que sabias plantar em todos quantos te rodeavam, amo-te meu pequeno príncipe, mais e mais a cada recordação.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

parabéns avó

o amor molda-nos
faz-nos livres e confiantes, dá-nos asas e prende-nos


obrigada avó
foste, e és um arco-íris na minha vida
moldaste-me para o simples e verdadeiro
como eu gostava de te poder abraçar
vives em nós, o verdadeiro amor não desvanece

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

este post é para ti, e o fim-de-semana no douro também se arranja :P

 
podia tecer-te muitos, tantos elogios, mas tu eu sabemos bem a pessoa linda que és. embora não partilhemos laços de sangue fazes parte dos "meus", aqueles a quem eu amo do fundo do meu coração, aqueles em quem eu confio plenamente, aqueles com quem sei que posso desabar e rir que nem uma maluca, com quem partilho e quero continuar a partilhar tudo de mim, aqueles por quem me dá um enorme prazer fazer tudo o que está ao meu alcance, e o que não está se for preciso, aqueles com quem choro e sorrio, aqueles que eu adoro, obrigada por fazeres parte da minha vida. obrigada por todas as flores que me ofereces.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

entre nós # 26 - meninos de huambo

ouvir esta música é recordar momentos maravilhosos da minha infância partilhados com a minha avó D (alguns deles à volta da lareira :)). eu sonhei, eu aprendi, eu fui tão feliz como todas as crianças merecem ser.
 
Meninos de Huambo - Paulo de Carvalho
 

"Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia"
 
"Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade"
 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

procura-se toca para hibernar durante um mês

aproxima-se o natal, é impossível não o notar, nas decorações, nas músicas, nas conversas, nos almoços/jantares, na enxurrada de publicidade. eu não gosto do natal, mexe comigo, a sua aproximação traz as melhores e as piores lembranças, traz a certeza que nunca mais poderá haver a mesma alegria porque a voz, o sorriso, a energia, a doçura, a simplicidade do nosso Pequeno Príncipe já só existem em lembrança, traz a dor imensa de saber que ele não viveu o natal pelo qual andou a ansiar oito meses, e começam as noites mal dormidas, as crises de ansiedade, as variações de humor, e a irascibilidade que acaba sempre por atingir quem me quer bem.
dizem que tenho de superar, que ele ia querer que estivesse bem, mas eu não consigo, e não quero conseguir, quero mantê-lo vivo em mim, e se para isso for preciso algum sofrimento que seja, eu aguento, afinal estou viva, afinal continuo a sorrir, a cantar, a sonhar... o que ele queria era viver.
sei que não é só difícil para mim, sei que dói igualmente a quem o ama tanto quanto eu, sei que só eles compreendem verdadeiramente a dor que eu sinto, mas por não os querer ver sofrer guardo, finjo-me de forte, prendo as lágrimas, mas elas querem sair, e agora é só isso que tenho vontade de partilhar, lágrimas...

domingo, 3 de novembro de 2013

viver no campo é assim... os bichos ligam-se a pessoas especiais, e tornam-se eles igualmente especiais

Ontem à noite, depois de estacionar o carro, diz-me a mana:
- Sabes o que estava ali?
- O que era?
- Um Ouriço. O pensamento trágico na minha cabeça - acabei de o esmagar com o pneu - foi interrompido pela continuação da fala. Acho que se escondeu.
Fomos procurar e lá estava ele, não se tinha escondido e nem sequer se enrolou. Ainda lhe fiz uma festinha nos picos, e tentei tirar uma foto, como estava muito escuro não consegui. Impossível não me lembrar de ti ABT. 


Antes de entrar no portão de casa, diz a mana:
- Olha outra vez um daqueles bichos, blhac, já ontem tinha visto duas. E afasta-se do animal.
- Deixa lá é apenas uma Salamandra, não faz mal a ninguém, é fruto do tempo.
- Sabes bem que as acho nojentas. 
Tal como a nossa mãe achava. Impossível não me lembrar de ti mãe.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

entre nós - in loving memory (em memória)

sinto a vossa falta todos os dias
continuam vivos em mim
sem vocês eu não seria quem sou
avó, mãe, meu pequeno príncipe
hei-de amar-vos sempre, sempre, sempre
:'(

Alter Bridge - In loving memory


terça-feira, 10 de setembro de 2013

sábado, 7 de setembro de 2013

4 anos

sem a tua voz, o teu riso, a expressividade do teu olhar,
é com as tuas cores que eu sigo.
a cor dos lápis com que pintaste
são mais permanentes que tinta-da-china,
são mais coloridas que o arco-íris,
são mais vivas que a vida...
obrigada, meu pequeno príncipe, ensinaste-me tanto,
ontem, hoje, nos amanhã que venham,
tu serás a marca impressa na mais viva cor,
vives em mim, em todos os tons, amo-te.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

dia dos avós

só conheci as minhas avós, duas mulheres com modos opostos de encarar a vida, e pelas quais nutri, e nutro sentimentos também diferenciados.
 
a minha avó que deu à luz a minha mãe, não teve outra importância para mim além dessa, mais de dez anos viveu em casa dos meus pais, e nunca teve um gesto ou uma palavra de carinho com os netos, um poço de egoísmo, a única forma de estar bem era se todos fossem seus escravos… a minha mãe entristecia-se quando lhe dizia que não gostava dela, como poderia gostar de alguém que me desprezava e desprezava tudo de mais importante para mim, a minha família...
 
a minha avó do coração, a mãe do meu pai, a minha segunda mãe, sem que segunda indique nenhum grau de diferenciação, significa tão somente enormemente que eu tive duas mães, a avó D, foi e é uma luz na nossa vida, não havia nada de mais importante no mundo para ela que os netos, eu e os meus irmãos eramos a luz da vida dela, e ela continua a iluminar-nos, não há dia em que não a recorde, e não há dia que falemos nela que o nosso rosto não se ilumine com um sorriso, e as lágrimas não nos encham os olhos. a avó D era contida na demostração de afectos, não era de muitos beijos, nem abraços, mas sabia demonstrar com olhares, sorrisos, conversas, pequenos gestos, o quanto nós lhe eramos queridos. dos momentos mais deliciosos da minha vida partilhei-os contigo, tudo tão simples e tão maravilhoso. além de todas as recordações dos momentos vividos juntas deixaste-me esta enorme vontade de dar, a generosidade herdei-a de ti, obrigada, obrigada, obrigada avó, amo-te muito, muito, muito...
 

sábado, 6 de julho de 2013

obrigada avó ♥


dezoito anos sem ti, e a minha alma floresce a cada lembrança tua, vives em mim, amo-te.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

saudades do paraíso

fui tão feliz debaixo daquela figueira, horas a fio nos sentávamos em cepos de madeira a conversar sobre tudo e sobre nada, aos primeiros figos maduros chamavas-me e eu munida da roca (utensílio para apanhar figos) divertia-me a tentar tirá-los, alguns vinham bastante mutilados, mas sempre o seu sabor era da mais deliciosa doçura, figos do paraíso os únicos que adoro, e ironia das ironias ali era o meu paraíso, vou amar-te sempre avó, para sempre.
 
(obrigada ABT, sempre e mais uma vez :'))

segunda-feira, 27 de maio de 2013

[i carry your heart with me(i carry it in]

i carry your heart with me(i carry it in
my heart)i am never without it(anywhere
i go you go,my dear;and whatever is done
by only me is your doing,my darling)
                                                   i fear
no fate(for you are my fate,my sweet)i want
no world(for beautiful you are my world,my true)
and it’s you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you

here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart

i carry your heart(i carry it in my heart)

By E. E. Cummings 1894–1962

domingo, 5 de maio de 2013

rebentos de amor

Mãe amo-te


"Que sejas muito feliz minha filha", as lágrimas rolam-me no rosto ao escrever estas que foram as últimas palavras que a minha mãe me disse, eu não sabia que nunca mais iria ouvir a tua voz, sentir a quentura do teu rosto, ver a doçura do teu sorriso sofrido, tu também não sabias, mas talvez sentisses que estavas a perder forças...
Nunca fomos a mãe e filha amigas, confidentes, eu era uma rebelde, eu era tão diferente de ti, eu desejava voar, tu só querias proteger-me sob as tuas asas, Mãe eu voei, Mãe eu aprendi o quanto é maravilhoso ter um ninho e poder sentir o afago das asas de quem nos ama mais que tudo. Hoje sei que, apesar das nossas maneiras de ser tão diferentes, estarias orgulhosa de mim, porque eu aprendi o valor daquele que sempre foi o teu bem mais precioso, a família. Penso tantas vezes em ti e fico tão triste porque tu merecias estar connosco, merecias que a vida tivesse sido mais meiga com o teu corpo... Foi-o com o teu coração, o vosso amor continua, com ele aprendi que existem amores verdadeiros, existe partilha verdadeira, existe dádiva completa, é com muito orgulho que digo que os meus pais foram felizes, que viveram uma relação de total partilha, que nunca vi os meus pais discutirem, este amor, os três filhos que dele nasceram, e os oito meses que partilhaste da vida do teu tão desejado netinho, encheram-te o coração de felicidade, tenho a certeza. Nunca tivemos riqueza de bens materiais, mas os laços que nos unem são dos mais valiosos, são da mais forte liga que há no mundo, são laços de amor, são os rebentos da árvore que plantaste.
Mãe o tempo tem vindo a ensinar-me a amar-te mais a cada dia, como eu gostava de te poder abraçar, de te poder beijar, de poder deitar a minha cabeça no teu colo, de te poder fazer sentir o quanto te amo.

domingo, 14 de abril de 2013

combooooooooooooooooooooio

Já vos disse que a minha doce T fez ontem dois aninhos, já vos disse que sou do campo, não me recordo se já vos disse que moro na margem do rio Douro, e que das nossas janelas vemos a linha de caminho-de-ferro com o nome do rio. A minha sobrinha desde muito pequena que vibra com meios de transporte, aliás a primeira palavra que disse foi popó, e adorava ficar à janela a esperar que eles passassem, o que morando nós na aldeia nem sempre acontecia com a frequência por ela, e pelos nossos braços desejadas… Esta paixão dela pelos meios de transporte advém do facto, julgo eu, que das nossas janelas conseguimos ver carros, comboios, barcos e aviões, presentemente a paixão dela são os comboios, especialmente os de cimento, e os de bonecas, e não se ponham já para aí com ideias, que “bonecas” são os grafitis na linguagem dela!

Dada esta paixão pelos comboios há já algum tempo que queríamos que ela experimentasse viajar neles, graças ao nosso amigo Sol, hoje foi o dia. Foi uma animação, estávamos com receio que tivesse medo do comboio, uma coisa é vê-lo pequenino da janela e sem ouvir grande barulho, outra é ver e ouvir ao vivo, mas ela adorou, vibrou literalmente – “olhaaaaaaaa, vem aí o comboooooooooooooooio.”

Fizemos um passeio de comboio na margem do rio, chegados à estação de destino despedimo-nos do comboio que nos trouxe, e fomos dar um passeio à beira rio, e qual cereja no topo do bolo, demos de caras com dois enormes barcos, mais uma alegria, e para completar a festa patinhos bravos e muitos meninos, ela é maluca por crianças, deixa-nos para ir ter com elas, e se iam embora dizia – “olha menino, olha o barco.”, que é como quem diz, fica aqui comigo!

Foi uma tarde muito bem passada, no regresso entusiasmou-se novamente com a visão do comboooooooooooio, e na viagem até casa, já só queria a pepe para nanar um soninho…