Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin
Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry
A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo
Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre
Mostrar mensagens com a etiqueta dúvidas existenciais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dúvidas existenciais. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
dúvida existencial #1999577
como é possível haver alturas em que adoramos uma pessoa e outras em que a detestamos?! a exacta mesma pessoa!!!
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
espécie de dúvida existencial
todos a defender os caracóis, que são cozinhados vivos, e eu só penso nas lagostas! então ninguém se lembra das lagostas?!
selvajaria, uma verdadeira barbárie.
segunda-feira, 2 de março de 2015
dúvida existencial - o que somos é diferente do que os outros vêem
já sentiram que incomodam alguém, muito embora - na vossa cândida maneira de ser - não descortinem razão para tal?! sensibilidade ou paranóia?!
if they only knew
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
dejá vu, ou como os nós mais seguros são os laços
tenho para mim que a característica que mais complica a vida ao ser humano é
a capacidade de se expressar através da linguagem verbal, associada à falta de
capacidade de se pôr no lugar do outro. criam-se atritos totalmente
desnecessários, deve ser esse o preço a pagar por sermos seres tão evoluídos,
toda a moeda tem um reverso! eu pessoa com tão débil capacidade de expressão
verbal, mas de raciocínio ponderado e enorme vontade de perceber o outro,
começo o ano como acabei, no meio de fogo cruzado! embora, na minha opinião,
um dos lados se tenha portado menos bem não vejo razão para quebrar laços!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
sou como a suiça!
fechada, avulsa a ajuntamentos e tendencialmente
neutra! :P
o ser humano é complicado. embora enquanto
espécie sejamos todos iguais, enquanto indivíduos somos todos substancialmente
diferentes. nem melhores, nem piores, diferentes e compatíveis ou
incompatíveis. mas, todos sem excepção, com características positivas e negativas
na personalidade.
sou uma pessoa reservada. tenho poucos amigos, a
esses adoro-os, e faço tudo o que está ao meu alcance para os ver bem. tenho
pessoas de quem não aprecio a maneira de ser, a esses ignoro-os, mas se um dia
precisassem da minha ajuda dificilmente lha negaria. tenho também colegas,
alguns com quem até criei uma certa empatia, outros com quem falo fruto de
determinadas circunstâncias.
por pensar e por ser assim dou comigo a ser amiga
e boa colega de pessoas que não se dão. oiço os dois lados e compreendo os dois
lados. algumas vezes parece-me que as pessoas criaram atritos desnecessariamente
e não consigo tomar partido. vejo virtudes em ambos os lados, e se a desavença
é entre eles não acho que tenha de tomar partido. não estou a ser falsa, estou
só a ver a situação de fora. inevitavelmente há um lado que se afasta de mim, inevitavelmente
isso deixa-me triste. gosto verdadeiramente de ambos e gostar de uma
pessoa não tem de ser impeditivo de gostar de outra. ter noção de
características, a nosso ver, menos boas de alguém não é impeditivo de
gostarmos verdadeiramente dessa pessoa. se assim fosse, o ser humano teria de
viver isolado, está por nascer quem não aponte criticas mesmo àqueles que mais
ama.
ou estarei errada?
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
será que hoje é sábado e ninguém me avisou?
a esta hora os meus colegas reais e virtuais ainda estão todos offline!
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
de como é fácil julgar baseado em aparências
diz-me uma pessoa com quem trabalho muito esporadicamente:
- canca, aposto que é a pessoa mais feliz do seu local de trabalho, diga lá.
- não faço ideia, nunca vivi a vida dos meus colegas.
- mas está satisfeita com a sua vida, não está?
- prefiro não falar sobre isso.
- canca, aposto que é a pessoa mais feliz do seu local de trabalho, diga lá.
- não faço ideia, nunca vivi a vida dos meus colegas.
- mas está satisfeita com a sua vida, não está?
- prefiro não falar sobre isso.
talvez devesse ficar feliz por transmitir uma imagem tão positiva, no entanto fico triste com o tamanho da superficialidade das pessoas. não percebo como se podem emitir juízos de valor sobre outrem sem saber nada da vida dele!
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
humor de dragão
caracteriza o meu estado até há minutos, tal era a minha neura, só me faltou deitar fogo pelas bentas!
nunca percebi o uso da expressão humor de cão para caracterizar o mau humor, parece-me uma completa contradição. os cães são animais tão dóceis, afáveis e fáceis de fazer felizes.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
pensamentos transcritos
as pessoas gostam de gente alegre, bem-disposta, positiva, de palavras e gestos calorosos, eu não sou nada assim! talvez por isso me seja tão difícil compreender que se encantem comigo!
o que vêem que eu não vejo?
sexta-feira, 4 de julho de 2014
no final... quem escreve o guião somos nós!
dificilmente o fim de uma relação amorosa acaba em amizade, dizem, eu não percebo, acredito, vejo, mas continuo a não perceber.
não há amor sem amizade. não há amor sem momentos felizes, muitos felizes. não há amor que não nos traga recordações que nos deixem um sorriso estampado no rosto. se o amor acabou, se transformou, porque não simplesmente assumi-lo? porque não dar a hipótese a cada um de seguir o seu caminho carregando na bagagem uma montanha de bons momentos e no coração alguém especial?
há sempre uma parte que sai mais magoada, sofre mais, sim, mas degradar a relação contribuí em algo para amenizar esse sentimento?
eu acredito na amizade após o fim de uma relação. basta as pessoas serem sinceras o suficiente para assumirem/aceitarem a mudança do sentimento que os unia. basta respeitar os sentimentos do outro e tentar compreende-los. basta ser altruísta o suficiente para dar ao outro a liberdade de já não nos amar, mesmo que isso implique a enorme desilusão de sabermos não ter correspondido às suas expectativas, mesmo que isso implique saber que encontrou alguém que o preenche mais que nós. basta esforçarmo-nos por perceber que cada um ama à sua maneira, cada um encontra encanto em características diferentes, que o deixar de amar não implica nunca ter amado verdadeiramente, o deixar de amar não anula continuar a querer bem, admirar, nutrir um imenso carinho, uma imensa e verdadeira amizade.
não percebem porque penso assim, penso e sinto. talvez seja porque prefiro lembrar as pessoas por tudo de bom que partilhamos. talvez seja porque me esforço por aceitar as escolhas dos que amo. talvez seja porque lhes quero bem em tal medida que os quero livres de escolher como e com quem se querem fazer felizes. talvez seja porque ao contrário daqueles que se amam acima de tudo, não me amo o suficiente, e se para os primeiros é inaceitável deixarem de ser especiais, para mim é apenas a confirmação de algo que sempre soube.
não sou ingénua ao ponto de achar que todas as relações podem acabar em bem. não podem é certo, pelo simples facto de que o mundo está cheio de pessoas malformadas, para as quais amar é sinónimo de usar, manipular, possuir, desconsiderar, com estes é impossível manter uma relação cordial. mas assim sendo, haverá alguma vantagem em dar-lhes, além da educação nos contactos necessários, o desprezo?
não percebem e ficam chocados quando digo que as relações amorosas podem acabar em amizade. o que eu não percebo são os pais que utilizam os filhos como forma de segurar ou atingir um companheiro que já não o ama. o que não entendo são os casais que insistem em manter relações de fachada em que nenhum dos dois é feliz. o que eu não percebo são as pessoas que criticam os outros por se terem separado e serem amigos, serem as mesmas que dizem se não fosse a casa, o carro, o churrasco, o painel solar e o trem-de-cozinha há muito estariam separados…
não percebo, a estranha devo ser eu...
Etiquetas:
amar o outro,
dúvidas existenciais,
reflexões,
sobre mim
segunda-feira, 26 de maio de 2014
segunda-feira, 24 de junho de 2013
dúvidas que me assolam a mona
porque raio os gajos dos anúncios publicitários têm todos o mesmo nome? poderiam ser muito bem Zés, Maneis e Antónios, mas não...
domingo, 23 de junho de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quando penso que não há novidades...
eis que descubro, já se serve água e café nos
velórios! Vão lá rever um pessoal, dar dois dedos de prosa e ainda bebem um
cafézito à custa de quem está a sofrer??!! Qual a próxima novidade, música ao
vivo e bailarico?!?!
Por favor, se não amavam e não respeitavam a
pessoa que deixou de viver, nem os seus familiares, não ponham lá os pés, é uma
atitude mais digna!
Chamem-me retrograda, chamem-me o que quiserem,
mas para mim o respeito pelo ser humano deve ser demonstrado sempre, mesmo que
ele não o possa retribuir, e se há coisa que me irrita profundamente, e me dá
vontade de agredir por todos os meios alguém, falo infelizmente por
experiência, são pessoas que vão para velórios, como se fossem para um café. Onde
anda a nossa humanidade, aquela que nos deveria distinguir dos outros seres
vivos, os ditos irracionais???
quinta-feira, 4 de abril de 2013
e um bocadinho de civismo, não?
Conduzo tranquilamente de regresso a casa, o céu ora está nublado, ora a deixar
transparecer raios de Sol, vou nas calmas a ouvir música, de repente parece que
estou no meio de um desfile de carnaval! Voam papelinhos no ar!
Então não é que o ser humano que seguia à minha frente resolveu rasgar papéis,
e atira-los janela fora.
Ó individuo, reciclagem não sabes o que é? Caixote do lixo, não tens em
casa? Nunca viste em locais públicos? Abre os olhos, aprende a respeitar os
outros e a natureza, caso não saibas ela é a mãe de todos nós. Não te ensinaram
a respeitar? Não sei o que tens andado a fazer neste mundo...
i beg your pardon?
Vou almoçar, peço salmão grelhado e diz-me o Marciano (é o nome do empregado de mesa):
- Quer com molho de manteiga ou azeite?
Simples!
Mas alguém o condimenta com mais gordura?
O salmão é tão rico em gordura que se lhe acrescenta-se mais alguma, acho que a refeição não parava muito tempo cá dentro!
quinta-feira, 28 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
a estória repete-se
E faz com que eu me repita!
Porque é que as pessoas mentem? E mais quando o interlocutor já demonstrou de todas as formas e feitios que é de confiança? Não percebo, nunca hei-de perceber...
As mentiras têm pernas curtas, se não querem falar sobre o assunto não falem, mas mentir, por favor, grow up!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






