o Sol já anda a fritar neurónios, filhos únicos... ou então andam a hidratar-se com bebidas alcoólicas... só me aparece gente doida...
Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin
Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry
A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo
Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
teorias de noites quentes, com janelas abertas e luzes acesas
dou comigo a pensar, às vezes temos comportamentos que nos fazem parecer tão irracionais como uma borboleta a tentar chegar à luz de um candeeiro, ansiando entrar na campânula, um caminho sem retorno...
ida a neura...
queria postar o novo anúncio da optimus (eu só vi hoje!), utiliza a música "all you need is love" e relembra alguns momentos da história do nosso país, gostei bastante, mas o youtube do blogger não conhece o vídeo! :( Então lembrei-me da música de um outro anúncio, tem sabor a Verão, Underwater de Mika. :)
das minhas também crónicas neuras
a Canca é muito querida, sensível, e mais uns quantos adjectivos cor-de-rosa, até pode ser, mas digo-vos uma coisa, tem um mau-feitio que doí, saiam da frente quando está com a neura, não há quem a ature, até eu própria me interrogo porque me comporto assim! passo-me com tudo e com nada, a ver se o sr. Mraz me transporta para ondas mais serenas...
Beautifull Mess
da minha também crónica estupidez
da qual estou tão farta como de gente hipócrita! São os donos da verdade, dizem e fazem o que lhes dá na real gana com a vida dos outros, julgam-nos só para terem assunto de conversa, mas eles são os sérios, os francos... aqui a estúpida - não tem outro nome - acha que todos têm um lado bom, talvez só precisem que lhes ajudem a ver o mundo com outros olhos, e quando essa gente precisa, abre o ouvido e estende a mão, e vai de lhes dizer umas verdades, com a melhor das intenções, como isso é coisa que esses seres humanos desconhecem, ainda ficam magoadinhos connosco, tadinhos dos bebés! Gentinha assim que insistis em cruzar o meu caminho, isto é para vocês:

i'm not your mama!
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e depois a estranha sou eu,
o mundo ao avesso,
sobre mim
a anti-social que há em mim
Após um ano a almoçar quase diariamente com as
mesmas pessoas, começamos a conhecer-lhe as conversas, os modos de ser e de
ver, e digamos que não almoço com pessoas que me alegrem a alma, me façam
sorrir os lábios, ou me enriqueçam a mente, juntando a isto uma semana de calor
sufocante e cinco dias a almoçar na companhia destes seres humanos, cansei, e
vai de tentar um "mudasti".
Entro no estaminé, o local estava bem composto
ao ponto de só haver uma mesa livre, sento-me e faço o pedido, entra uma
senhora a lançar olhares de águia a um lugar, nada, aqui a simpatia da
Canca estava só, toca de me perguntar se pode sentar-se na minha mesa, como
partilhar é bom, digo que sim. Vaga uma mesa, a senhora não se move, e eu para
não a melindrar, mantenho-me no meu lugar, uns minutecos depois, a senhora
irrompe aos berros, quer dizer ela estava só a falar com uma conhecida que acabava
de entrar, a qual lhe responde no mesmo tom, senta-se ao meu lado, e começam a amena
cavaqueira barraqueira, aproveito e digo "fiquem à vontade", oiço um "ó
menina deixe-se estar, cabe-mos todas", caber, cabíamos os meus tímpanos é
que não sei se sobreviveriam...
Novamente só, chega a bela da minha sandocha – atum
com extra-maionese, afinal hoje era dia de mudasti! – acabo de comer e pego no
jornal, na tentativa de o ler tranquilamente, não percebi o que deu naquela
gente, começaram a fazer uma barulheira infernal, como este senhor não
aparecia...
Levantei-me, paguei e saí para a canícula que paciente e silenciosamente me aguardava...
Canca da próxima vez que te decidires por um mudasti, certifica-te que não é dia de feira no burgo!
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
sem ti
faltam-me as palavras, faltas-me tu, a inspiração que me trazes, na loucura dos momentos de felicidade, na insanidade dolorosa que me provocas, faltas-me tu, e sem ti na minha vida ela não tem o mesmo brilho, a mesma intensidade, o mesmo sabor, faltas-me tu, e morre um pouco da alegria que há em mim, e resnasce um pouco da melancolia de te recordar, a ti que me faltas, tu, só tu que és capaz de despertar a maior das coragens e o maior dos medos, tu, só tu, serei eu um dia capaz de aceitar viver sem ti? sei que me faltas, sei que vivo, a tua falta acompanha-me...
entre nós # 3 - promisse me
a voz de um piano e o som de uma promessa de amor... música para os meus ouvidos...
quinta-feira, 4 de julho de 2013
canícula effects # 5 (by morning)
aqueles senhores que logo pela manhãzinha se apresentam com as camisolas suadas e manchadas desde a zona axilar até ao peito, dá cá um mau aspecto...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
canícula effects # 4 (by night)
estamos na rua, estamos no pc, estamos na cama, e há sempre um bziiiiiiiiii, bziiiiiiiiiiii, bziiiiiiiii, ultra irritante, começamos a esbracejar e pensamos ter acertado no raio do insecto, passados segundos, bziiiiiiii, bziiiiiiiiiiiii, bziiiiiiiiiiii, isto para não falar nas picadas, que nervos, grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
ou melhor, porque não vão fazer o amor com as fofinhas das melgas!
130.º aniversário Kafka
a única obra que li de Franz Kafka foi a "Metamorfose", já lá vão alguns anos, e só passado algum tempo lhe senti o significado mais profundo, e tenho vindo a sentir cada vez mais, a capacidade do ser humano para desrespeitar o outro só porque tem características consideradas diferentes, para desprezar o outro quando este lhe deixa de ser útil, a total indiferença com que é capaz de passar junto dos seus iguais, daqueles que mais precisam, e olhá-los como se fossem coisas.
julgo que cresce na nossa sociedade, feita de seres humanos, uma tremenda falta de consideração e respeito pelo outro, ideias de superioridade que julgávamos associadas a tempos feudais, estão hoje bem vivas, disfarçadas sobre uma capa de igualdades apregoadas...
urge inverter a metamorfose, as belas borboletas necessitam voltar a ser repugnantes lagartas para que não esqueçam a sua origem, que todas têm a mesma origem.
terça-feira, 2 de julho de 2013
canícula effects # 3
pézinhos inchados, perninhas cansadas, faço uma pequena caminhada a subir (com a sandaloca de cunha) e tenho a clara sensação que estou a puxar um elefante, que para cúmulo ainda me dá um abraço bem apertadinho na barriga das pernas...
sim ou não?!
dizer não para uns tão fácil, a outros tão difícil, sou tão a favor do não como do sim, importante é sermos verdadeiros, sem esquecer o impacto da palavra no outro, claro, mas mentir e criar falsas expectativas não ajuda ninguém, além do que nos descredibiliza...
na dúvida sou de nãos, de não acreditar, de não aceitar... mas também de não desistir, de não esquecer...
o não mais difícil é aquele que tenho de dizer às minhas vontades mais insanas...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
da minha distracção crónica # 11
acabo de perder dados registados, relativos a 2012, pelo simples facto de não ter criado uma cópia do documento e ter inserido dados de 2013, após o que guardei as alterações... agora toca de ir lamber papel de 2012 e voltar a registar...
em vez de Salazar Einstein
tenho para mim que, se em vez da fotografia de Salazar tivessem posto a de Albert Einstein ladeado por um dos seus mais célebres pensamentos - "Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta." - nas escolas primárias portuguesas poderíamos ter conseguido seres humanos mais bem formados, menos estúpidos...
ou então eu tenho íman para estes espécimen... haja paciência!
let's try to be more!
"Ships that pass in the night and speak to each other in passing,
Only a signal shown and a distant voice in the darkness;
So on the ocean of life we pass and speak one another,
Only a look and a voice; then darkness again and silicence."
Only a signal shown and a distant voice in the darkness;
So on the ocean of life we pass and speak one another,
Only a look and a voice; then darkness again and silicence."
Henry Wadsworth Longfellow
Retirado de A vida num sopro de José Rodrigues dos Santos
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