Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin
Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry
A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo
Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre
quarta-feira, 29 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
caixinha de música da canca ♫ 42 - days of our own
hands on approach
SUNRISE
WE'RE ON OUR OWN
blinding light
IT'S WARM
inside
feeling out of place
I try to I find in you
a home
ONE DAY YOU MAY NEED TO GO
TODAY IS JUST A DAY OF OUR OWN
SUNRISE IS GIVING US HOPE
THAT DAYS TO COME ARE DAYS OF OUR OWN
IT'S TRUE YOU KNOW
I'm looking in your eyes
TO FIND THE PLACE YOU HIDE
WE AIN'T GOT TIME TO WASTE
THE DAY IS ON
YESTERDAY WAS FINE
NOW IT'S GONE
Don't leave and hide another day
won't take no more to fall astray
Don't leave me hanging on
Stay by my side
today
quinta-feira, 23 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
entre nós # 113 - don't look back in anger
porque as nossas melhores revoluções são as que nascem do coração!
oasis
quinta-feira, 16 de julho de 2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
entre nós # 112 - in my place
do lado de cá
o segredo para nos tornarmos seres humanos melhores é simples, basta conseguir pormo-nos no lugar do outro! é uma tarefa fácil? não, não é, cada um só sabe pensar e sentir com a sua maneira de ser! mas é simples pensar como nos sentiríamos em iguais circunstâncias (na medida em que as conhecermos) e assim pensando, não vai ser nada difícil olhar para o outro com mais humanidade - em tudo o que a palavra pode representar de bom.
do lado de lá
quanto mais se esconde o que vai "no lugar" de cada um, mais estamos a retirar-nos a oportunidade de nos sentirmos "percebidos". é uma tarefa simples partilhar-se? não, não o é, será até hercúlea para alguns. mas, se não tentarmos nunca saberemos como é! e em havendo coisa que mói bem mais que uma desilusão, são sem dúvida os "ses".
podem não ter percebido nada do que eu tentei expor - não se apoquentem, sempre fui uma rapariga largamente desprovida de capacidade para mostrar/demonstrar o que vai cá dentro, não deixo de tentar - ponham-se no vosso lugar e sintam-se tão bem como eu a ouvir a música. :)
in my place - coldplay
quinta-feira, 9 de julho de 2015
amigos - sem se aperceberem fazem-nos perceber o "ridículo" dos nossos comportamentos
mensagens que eu descodifiquei recentemente:
desdenhas tanto que até pode parecer que queres comprar
tendo em conta a minha dificuldade em ocultar coisas às pessoas que gosto, achei que falar do assunto aberta, irónica e frequentemente era a melhor maneira de "não falar". parece-me que desconheço o quanto algumas pessoas me conhecem bem!
queres ser tão engraçadinha que ficas insuportável
segunda-feira, 6 de julho de 2015
li, senti, partilho
Sei que nos tornamos em algo diferente daquilo que nascemos. Uma quantidade quase infinita de acontecimentos vai-nos moldando a vida durante a vida, como um oleiro faz uma peça de barro, e no fim é isso que nós somos: uma peça de barro que nunca está terminada.
Os Amores que vivi contribuíram todos, definitivamente, para essa peça tortuosa que vou sendo. ...
É por isso que não há histórias de Amor pouco importantes. Quando Amamos alguém, em tudo o que fazemos, mas tudo mesmo, devemos ter a noção de que estamos a tornar definitivamente uma pessoa melhor... ou pior.
Os Amores que acabaram nunca são apenas passado. Metamorfosearam-se também naquilo que somos e tornaram-se, por isso, presente.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
entre nós # 111 - angel musics
porque, como rapariga cândida que sou, tenho um lado anjinho sempre diposto a acolher os mais desafortunados sob as suas asas...
the xx
aerosmith
sarah mclachlan
quinta-feira, 2 de julho de 2015
sem pedras no caminho dificilmente poderemos construir as bases sólidas sobre as quais o carácter humano deve assentar
...
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de factores a demonstrarem o contrário.
Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!
(extracto de texto alegadamente pertencente a Fernando Pessoa)
quarta-feira, 1 de julho de 2015
do livro que eu li - fúria divina
um olhar sobre o livro sagrado dos muçulmanos, o alcorão. um olhar que nos faz ver as motivações em que assentam alguns actos, tão incompreensíveis, praticados em nome de deus. JRS entretém, informa, e deixa-nos simultaneamente a pensar no quão moldável é a nossa mente e frágil a nossa existência.
terça-feira, 30 de junho de 2015
caixinha de música da canca ♫ 41 - a insatisfação
márcia
Escrita fina
quando corre ensina não dura um deserto que atravesse
Pode ir sendo
que demore um tempo
mais tarde ou mais cedo
lá me acerto
Na lembrança
o meu céu de criança
a quem nunca se entrega um tom cinzento
por momentos
vem num pensamento
e uma nuvem chove cá por dentro
Quase nada
(experimento o céu de negro que há de norte a sul
nunca me conforma
(prometo-me a mim mesma mais de céu azul)
a insatisfação
(temo que haja pouco pra me contentar)
nunca me abandona
(mas nada me impede de tentar)
Porque tento
andar atrás no tempo
e entender a chuva que acontece?
Como por magia
há sempre um novo dia
e outra Lua Nova que anoitece
Se a madrugada traz uma canção
pouco importa que me insista hoje em "dia não"
tomei o meu fastidio pra me atormentar
pedras no meu trilho são pra me assentar
segunda-feira, 29 de junho de 2015
e por vezes
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos
David Mourão-Ferreira
sexta-feira, 26 de junho de 2015
espécie de dúvida existencial
todos a defender os caracóis, que são cozinhados vivos, e eu só penso nas lagostas! então ninguém se lembra das lagostas?!
selvajaria, uma verdadeira barbárie.
entre nós # 100 - what a wonderful world
louis Armstrong
a música é maravilhosa. já o mundo dos seres humanos...
sexta-feira, 19 de junho de 2015
entre nós # 99 - one sweet day
boys II man & mariah carey
anos 90, a saga das músicas meloso-romântico-pirosas acaba... por agora. :P
sexta-feira, 12 de junho de 2015
entre nós # 98 - truly madly deeply
anos 90, a saga das músicas meloso-romântico-pirosas continua...
savage garden
eu gostava disto... era jovem, tinha sonhos, e ouvidos muito pouco criteriosos! :P
segunda-feira, 8 de junho de 2015
quando os livros... #15
Nós somos o que a nossa mente concebe. O real não existe para além da mente.
José Rodrigues dos Santos in A Chave de Salomão, pág. 35
sexta-feira, 5 de junho de 2015
dramas existenciais - ou de como tudo o que eu gosto está condenado ao fracasso!
usava descolorante andina. deixou de existir! passei para a camomila intea. nenhuma farmácia me consegue arranjar (apesar de continuar a constar no site da marca)!
usava o desodorizante nature - fantástico, mantinha um cheiro leve e fresco durante o dia - da yves rocher. a produção foi descontinuada!
bebia chá branco da lipton. deixei de encontrar à venda! passei a beber verde com limão e cidreira da mesma marca. deixei de encontrar à venda!
nunca gosto de nada (dizem), quando gosto é isto! temo pelos pastéis de feijão! :P
Subscrever:
Mensagens (Atom)





