Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

entre nós # 115 - my angel gabriel

após duas semanas de ausência o entre nós regressa nas asas de um anjo.

"nem todos os anjos têm asas, às vezes eles têm apenas o dom de te fazer sorrir."

lamb
 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

isto do amor (cantado) em inglês é outra coisa

So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet


vou só ali rasgar todas as minhas calças, o rapaz não há-de apanhar-me desprevenida!
está visto que o amor não é imume às tendências da moda! trendy love é o que é!

domingo, 23 de agosto de 2015

i've been away: getting old, hopefully not bitter (continuo sem certezas)

não tenho escrito. falta de inspiração. não o posso considerar mau de todo, a minha escrita é (particularmente) movida pelo drama. assim sendo, a verdade é que não ter escrito está intimamente ligado com o encontro de alguma serenidade, aceitação, aprendizagem... um dia de cada vez, tirando partido das minhas possibilidades, desenfatizando, sem esquecer, as minhas diferenças e limitações. sou como sou, há coisas impossíveis de mudar, impossíveis de aceitar pacificamente, mas com as quais tenho de viver. se tenho de viver com elas, é necessário encontrar forma de convivência pacifica, a maioria dos dias pelo menos! de vez em quando há direito a um dia ou outro de mal comigo, com a vida e com o mundo, mas só de vez em quando. o resto dos dias é esforçar-me por olhar menos para mim e mais para tudo o que me rodeia.
todos os que passam na nossa vida são oportunidades de aprendizagem, neste processo sempre valorizei mais os que me magoaram. talvez por julgar terem sido eles a ensinar-me a reparar  nas minhas qualidades, aquelas que eu não via porque não sabia olhar o que realmente importa. acho que alarguei horizontes, distribui mais uniformemente o foco entre o mau e o bom, e começo a perceber que quem nos quer bem também nos ajuda a crescer, com a vantagem de nos proporcionar bons momentos. parece-me que ocupar, com esses momentos, mais do tempo que deixo passar a pensar é algo que me tem feito escrever menos!
por muitas voltas que a vida dê, espero não esquecer que um dia pessoas minhas me disseram: - envelhecer não serve só para ficar mais velho. e - eu sempre quis que, conforme fosse envelhecendo, nunca ficasse "amarga". continuar o caminho sem esquecer. sem memória não há aprendizagem. 
há contudo aprendizagens impossíveis, e entre elas estão a minha incapacidade de encontrar certezas e de escrever sobre qulaquer assunto na generalidade, e sobre sentimentos em particular. :P

da minha distracção crónica # 31 - uma virose e dois bolos

após ter recebido a sempre agradável visita de uma virose gastrointestinal, que me deixou colocada à cama todo o dia de sexta-feira, eis que, sábado acordo fresca que nem uma alface, às 7:45 da manhã. e qual é a coisa, qual é ela que resolvo fazer? um bolo! não tardou o bolo estava no forno e eu a arrumar os ingredientes, altura em que percebo ter utilizado farinha sem fermento! escusado será dizer que, o bolo além de não crescer e ficar enqueijado, estava intragável. mas quem passou um dia inteiro sem ingerir comida, daquela que além além do corpo alimenta a alma, não desiste ao primeiro contratempo. após o almoço repeti a receita, desta utilizando farinha com fermento! :) está bom, sim senhor, metade ainda o pode comprovar!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

entre nós # 114 - dá-me um abraço

porque um abraço é ir para longe estando perto...
 

miguel gameiro

quarta-feira, 29 de julho de 2015

segunda-feira, 27 de julho de 2015

caixinha de música da canca ♫ 42 - days of our own

hands on approach
 

SUNRISE
WE'RE ON OUR OWN
blinding light
IT'S WARM
inside
feeling out of place
I try to I find in you
a home

ONE DAY YOU MAY NEED TO GO
TODAY IS JUST A DAY OF OUR OWN
SUNRISE IS GIVING US HOPE
THAT DAYS TO COME ARE DAYS OF OUR OWN

IT'S TRUE YOU KNOW
I'm looking in your eyes
TO FIND THE PLACE YOU HIDE
WE AIN'T GOT TIME TO WASTE
THE DAY IS ON
YESTERDAY WAS FINE
NOW IT'S GONE

Don't leave and hide another day
won't take no more to fall astray
Don't leave me hanging on
Stay by my side
today

quinta-feira, 23 de julho de 2015

weird me!

numa linha, que contém duas datas, escrevi o algarismo 1 de três formas diferentes!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

entre nós # 113 - don't look back in anger

porque as nossas melhores revoluções são as que nascem do coração!
 

oasis
 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Principezinho - a colecção do ❤ - agora em dvd

mais UM presente para a minha sobrinha (e para mim). ;)

sexta-feira, 10 de julho de 2015

entre nós # 112 - in my place

do lado de cá
o segredo para nos tornarmos seres humanos melhores é simples, basta conseguir pormo-nos no lugar do outro! é uma tarefa fácil? não, não é, cada um só sabe pensar e sentir com a sua maneira de ser! mas é simples pensar como nos sentiríamos em iguais circunstâncias (na medida em que as conhecermos) e assim pensando, não vai ser nada difícil olhar para o outro com mais humanidade - em tudo o que a palavra pode representar de bom.

do lado de lá 
quanto mais se esconde o que vai "no lugar" de cada um, mais estamos a retirar-nos a oportunidade de nos sentirmos "percebidos". é  uma tarefa simples partilhar-se? não, não o é, será até hercúlea para alguns. mas, se não tentarmos nunca saberemos como é! e em havendo coisa que mói bem mais que uma desilusão, são sem dúvida os "ses".

podem não ter percebido nada do que eu tentei expor - não se apoquentem, sempre fui uma rapariga largamente desprovida de capacidade para mostrar/demonstrar o que vai cá dentro, não deixo de tentar - ponham-se no vosso lugar e sintam-se tão bem como eu a ouvir a música. :)

in my place - coldplay

quinta-feira, 9 de julho de 2015

amigos - sem se aperceberem fazem-nos perceber o "ridículo" dos nossos comportamentos

mensagens que eu descodifiquei recentemente:

desdenhas tanto que até pode parecer que queres comprar

tendo em conta a minha dificuldade em ocultar coisas às pessoas que gosto, achei que falar do assunto aberta, irónica e frequentemente era a melhor maneira de "não falar". parece-me que desconheço o quanto algumas pessoas me conhecem bem!


queres ser tão engraçadinha que ficas insuportável

eu sou aquela pessoa de piada parva sempre pronta e sempre achei que essa era a característica que poderia levar os outros a achar a convivência comigo agradável, afinal às vezes parece que exagero um bocadito!

quando os amigos são do melhor que há, poupam-se muitas palavras
:)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

li, senti, partilho

Sei que nos tornamos em algo diferente daquilo que nascemos. Uma quantidade quase infinita de acontecimentos vai-nos moldando a vida durante a vida, como um oleiro faz uma peça de barro, e no fim é isso que nós somos: uma peça de barro que nunca está terminada.
 
Os Amores que vivi contribuíram todos, definitivamente, para essa peça tortuosa que vou sendo. ...
 
É por isso que não há histórias de Amor pouco importantes. Quando Amamos alguém, em tudo o que fazemos, mas tudo mesmo, devemos ter a noção de que estamos a tornar definitivamente uma pessoa melhor... ou pior.
 
Os Amores que acabaram nunca são apenas passado. Metamorfosearam-se também naquilo que somos e tornaram-se, por isso, presente.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

entre nós # 111 - angel musics

porque, como rapariga cândida que sou, tenho um lado anjinho sempre diposto a acolher os mais desafortunados sob as suas asas...

 the xx


aerosmith


sarah mclachlan

quinta-feira, 2 de julho de 2015

sem pedras no caminho dificilmente poderemos construir as bases sólidas sobre as quais o carácter humano deve assentar


palco da vida
...

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de factores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!

(extracto de texto alegadamente pertencente a Fernando Pessoa) 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

do livro que eu li - fúria divina


um olhar sobre o livro sagrado dos muçulmanos, o alcorão. um olhar que nos faz ver as motivações em que assentam alguns actos, tão incompreensíveis, praticados em nome de deus. JRS entretém, informa, e deixa-nos simultaneamente a pensar no quão moldável é a nossa mente e  frágil a nossa existência.

terça-feira, 30 de junho de 2015

caixinha de música da canca ♫ 41 - a insatisfação

márcia

 
 
Escrita fina
quando corre ensina
não dura um deserto que atravesse
Pode ir sendo
que demore um tempo
mais tarde ou mais cedo
lá me acerto

Na lembrança
o meu céu de criança
a quem nunca se entrega um tom cinzento
por momentos
vem num pensamento
e uma nuvem chove cá por dentro

Quase nada
(experimento o céu de negro que há de norte a sul
nunca me conforma
(prometo-me a mim mesma mais de céu azul)
a insatisfação
(temo que haja pouco pra me contentar)
nunca me abandona
(mas nada me impede de tentar)

Porque tento
andar atrás no tempo
e entender a chuva que acontece?
Como por magia
há sempre um novo dia
e outra Lua Nova que anoitece
Se a madrugada traz uma canção
pouco importa que me insista hoje em "dia não"
tomei o meu fastidio pra me atormentar
pedras no meu trilho são pra me assentar

segunda-feira, 29 de junho de 2015

e por vezes

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes

encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos

David Mourão-Ferreira

sexta-feira, 26 de junho de 2015

espécie de dúvida existencial

todos a defender os caracóis, que são cozinhados vivos, e eu só penso nas lagostas! então ninguém se lembra das lagostas?!
 
 
selvajaria, uma verdadeira barbárie.