Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

há gente que não vale mesmo nada

e este refrão não me sai da cabeça

"Maybe in our wildest moments
We could be the greatest,
We could be the greatest
Maybe in our wildest moments
We could be the worst of all"
 
Jessie ware - Wildest moments

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

'tou na vossa

suavidade, delicadeza e doçura

Luiz Caracol e Sara Tavares - Tava na tua

sweet dreams
 
Imagina

Só nós sob o céu estrelado

Uma estrela cadente a quem pedimos a eternização do sentimento que nos une

Imagina cada estrela a brilhar por um dos muitos momentos em que fomos, somos e havemos de ser luz, seres que se iluminam e aquecem, e que hão-de ser amor até ao apagar-se.

Imagina, eu consigo, e tu?

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

entre nós # 19 - let it rain

há dias que não pára de chover, coincidência ou não, dei comigo a cantarolar "Let it Rain" de Amanda Marshall.


nas nossas vidas todos temos tempos chuvosos...

It isn't easy to be kind
With all these demons in my mind
I only hope one day I'll be free

I do my best not to complain
My face is dirty from the strain
I only hope one day I'll come clean

Rain, let it rain on me
Let it rain, oh let it rain
Let it rain on me

- um dia após tanta chuva estamos de alma lavada -

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

da minha distracção crónica # 17 - errata ao post anterior

onde se lê "metro e cinquenta e quatro" deve ler-se "metro e cinquenta e cinco"

isto do catão cartão do cidadão nos alterar a altura aos 31 ainda não foi totalmente assimilado pelo meu lento processador :P

do meu metro e cinquenta e quatro cêntimetros

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

ALTER BRIDGE - open your eyes


adoro esta banda

coisas que mexem com o meu sistema nervoso

pessoas que devassam a vida privada em público, com o tom de voz bem alto, e o linguajar no mais baixo nível, e não contentes com a figurinha triste, para se valorizarem, ainda achincalham quem consegue manter uma postura digna. não tenho estômago para esta gente, perdi o apetite assim que percebi ter sido brindada com um bilhete para a primeira fila, deste triste espectáculo. ao contrário de mim que saí, havia espectadores ao rubro! :(

pequenos prazeres/manias minhas



gosto de noites mais fresquinhas, da vontade de nos enroscarmos, de enfiar uns carapins bem quentinhos nos pés, e acordar com eles super quentinhos, sabe tão bem... 
eu nem sou muito friorenta, mas se tiver os pés frios fico desconfortável e não consigo adormecer, ontem foi o primeiro dia de dormir com carapins. :)
quando o frio aperta mais chego a dormir de meias até aos joelhos e carapins por cima! :P

terça-feira, 22 de outubro de 2013

rendo-me à telenovela de nome "sangue bom"

tenho vindo a desligar-me do formato televisivo novela, não é que considere um tipo de trabalho artístico menor, pelo contrário podem ser um excelente meio de transmitir mensagens a um enorme público. o problema é que as últimas que tentei seguir ou eram melodramas surreais, ou sessões de terror protagonizadas por vilões perversos e bonzinhos super-heróis, não tenho paciência. para não falar na capacidade de fazer render a espinha do peixe, sim porque o peixe há muito se esgotou, mas lá continuam a bater no ceguinho.

sangue bom é na minha opinião diferente de tudo isto, e prende-me por várias razões:
- como o próprio nome indica é boa onda, as personagens são divertidas, e até os vilões têm o dom de nos roubar sorrisos. 
- transmite uma mensagem muito actual, um alerta sobre o valor excessivo que se dá à aparência em detrimento do conteúdo, a perigosa venda de ilusões e a criação de mentes vazias de conhecimento e de sentimento.
- a banda sonora é agradável de ouvir, e hoje conquistou-me definitivamente ao incluir uma música portuguesa - Quase um Fado de António Zambujo. acho que é a primeira vez que oiço música nossa numa telenovela brasileira.


- como atractivo extra, para apreciadoras de morenos de olhos castanhos, temos um bad boy assim lindo. ;)



Humberto Carrão

juntos somos mais fortes


não temos de ser sempre fortes, os mais fortes, os que nunca cedem, os que nunca pedem, os que sabem sempre o caminho certo, somos só humanos, aqui não há super-heróis. 

comos seres gregários precisamos fazer parte do grupo, sentir-nos integrados. se é da nossa natureza viver entre iguais, porque escolhem alguns viver o isolamento em detrimento da comunhão?! julgar-se-ão eles seres tão superiores ou tão inferiores que não têm lugar? as diferenças são inúmeras, só da partilha pode nascer conhecimento, compreensão, aceitação.

os mais sós dos sós são os que escolhem não se integrar, os que não sabem pedir ajuda, os que têm medo de confiar, os que não pedem para não ter de dar... difícil não é ajudar quem precisa, é ajudar quem tem medo de ser ajudado.
 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NOISERV - novo álbum

então não é que este senhor que eu ADORO, ao ponto de fazer isto, lançou um álbum recentemente e eu andava a leste! o que vale tenho amigos com bracinhos grandes sempre dispostos a puxar-me para o rumo certo. © o álbum intitula-se "Almost Visible Orchestra" e podem saber mais aqui, claro que não resisto a partilhar duas músicas que já oiço em modo repeat - sózinha. :P

"I was trying to sleep when everyone woke up"


"Today is the same as yesterday, but yesterday is not today"


os videoclipes também são fantásticos.

gostadores de ocasião

já perdi muito do que eu nunca tive, muito daquilo que se esforçaram em me fazer crer.
eu não sei fingir que gosto, ou gosto ou não gosto, ou sou amiga ou não sou, se gosto aceito, se aceito tolero, se tolero tento comprender, se não compreendo faço ver, se quero fazer ver procuro forma de não magoar, às vezes calo-me simplesmente, porque amar também é saber estar ao lado, ouvir, acarinhar, deixar que o outro vá vendo e aprendendo com o passar do tempo. não me arrependo de ser assim, mas fico triste por ver crescer o grupo dos que mentiram descaradamente em relação ao que sentiam por mim, os gostadores de ocasião.
quando se gosta de verdade não se desiste, não se deixa de confiar, não deixamos de nos importar, não substituímos carinho por indiferença.
 

que vontade de me enfiar num avião rumo a Praga ou Berna, malditas crises....

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

os meus colegas de trabalho e eu - potencial nova rubrica das sextas

ele: canca o que é que te aconteceu?
eu (interrogando-me se estaria com um ar mais anormal que o normal :P): anh?! a mim?!
ele: sim, entraste no bar a cantar, agora chegas aqui a cantar, deve ter acontecido algo muito bom!
eu (a sorrir): eu ando sempre a cantarolar, se estiver bem disposta.
ele: hoje foi a primeira vez que ouvi.
eu (socorrendo-me de uma testemunha): não costumo passar no corredor a cantar?
colega testemunha: sim.
outro colega (o engraçadinho de serviço): ainda bem que canta baixinho se não dava-nos cabo dos ouvidos!
eu: eu sou vossa amiga. :)

ele ficaste a saber que eu tenho esta mania.

entre nós # 18 - killing me softly with his song

porque a magia da música é falar connosco, é cantar vidas, é dizer o que não encontramos palavras para, é despertar emoções, partilho killing me softly with his song. São muitas as versões a minha favorita é a dos The Fugees.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Torresmo no coração - reflexão pseudo-cómica sobre os amores cometa

ontem ao chegar a casa, enquanto estacionava o carro vi um cãozinho lindo, pequeno, pêlo curto camel, orelhinha arrebitada, e olhar perdido, não resisti. chamei-o ele não vinha, fui-me aproximando, consegui pôr-lhe a mão, fazer-lhe uma festinha, agarrá-lo e levá-lo para casa. po**a o bicho era pesado tive de o poisar a meio do caminho!
 
o Pi - cão da casa há mais de uma década - após se enfurecer ferozmente, eriçar o pêlo, e soltar algumas rosnadelas, gostou logo dele, cheiradas as partes mais identificativas estava feita a declaração de amizade. escolhi-lhe o nome, seria Torresmo, um nome do Norte carago!

quando me preparava para o deixar à vontade, na sua nova casa, deram-se dois acontecimentos que precipitaram o inicio do fim do nosso amor tão lindo, que se previa ir fazer ribombar os nossos corações!
 
acontecimento # 1
pai diz que o cão não é vadio. essa era uma dúvida que me inquietava, ele estava gordinho e bem tratado, e eu não queria separá-lo da família. resolvi que o deixaria passar a noite em nossa casa e de manhã abriria o portão, se ele quisesse e soubesse poderia voltar a casa, se fosse amor ficaria.
 
acontecimento # 2
o bichinho era muito macho, e resolveu iniciar a marcação de território, e vai de cometer o grave erro de alçar a pata às plantas da minha irmã. ante a visão do plantio moribundo após a exposição a doses massivas de urina a irmã intima-me, "se queres o cão tens de o prender". a imagem tenebrosa do bicho agarrado a um cadeado aterrorizou-me, abri o portão e deixo-o partir, para a vida dele e para longe da minha, amar é libertar.
 
não posso deixar de pensar que a minha relação com o Torresmo foi tão rápida como algumas que tive com seres humanos. a diferença é que ao Torresmo fui eu quem lhe quis pegar ao colo, já os seres humanos foram eles que se quiseram pôr no meu colo. aparece-me cada torresmo!
 
Já dizia Chaplin, "...falei muitas vezes como um palhaço..."

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

mais uma excepção

se disserem a alguém que eu gosto disto eu nego, nego, e torno a negar, mas gosto muuuuuuuuuuito :P


ao ouvir lembrei-me de ti Suri*
um amor de Janeiro a Janeiro

dos tempos


fiquei, não contei o tempo, voou
choveram horas e horas, inundaram-me momentos
 não fui, as horas deixaram de ter significado, o tempo parou
vi apenas relâmpagos, ouvi apenas trovões
o tempo andou, o tempo mudou
a chuva cai, não me molha, tempo de ser impermeável
saudades minhas

terça-feira, 15 de outubro de 2013

mais uma estranheza - meninas segurem o queixo :P

não sou apreciadora de chocolate.

a excepção é um bom bolo, daqueles com massa um bocadinho húmida. o restaurante onde costumo ir tem um excelente, andei três semanas a salivar por ele e nada de o fazerem. como tinha visto este post da Nobody, no sábado cansada de tanto desejar, pus mãos à obra, ficou tão mas tão... tão bom que, ontem à noite quando ia tirar uma foto para partilhar com vocês, já só restava uma micro amostra! fiz uma pequena alteração à receita original, reduzi para 200 g a quantidade de natas e chocolate utilizados na preparação da cobertura, já suspeitava que não ira conseguir comê-la, e assim foi. assim sendo tive de compensar na massa!

agora acabo de reparar na lustreza da minha pele. ó vida cruel.

são pérolas senhores, pérolas!

alguém referindo-se a um objecto num metal precisoso:

- aquilo é ouro puro, tem não sei quantos kilowatts.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

cabelo: look outonal :P


com a muda da folha vem também a muda do cabelo, de modo que, quando faço rabo de cavalo fico quase tão fofinha como um ouriço, tal é a quantidade de cabelinhos novos e de espírito indomável que se pavoneiam na minha bela cebecinha!

mais uma estranheza que há em mim

não aprecio homens de cabelos e olhos claros, partilho a excepção que confirma a regra, William Petersen. acredito que muito do encanto exercido em mim vinha da fascinante personagem interpretada nas primeiras temporadas de CSI Las Vegas, Gil Grissom. Há por aí mais fãs do Grissom? Acusem-se!

 
 
 
 
(por esta altura o senhor já apresenta cabelo branco)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

ainda os meus colegas de trabalho

a minha colega do gabinete ao lado: canca tu és mesmo muito conhecida!
eu: eu? porquê?
ela: liguei para o local x e perguntaram-me se eras tu!
eu: é pá eu sou mesmo famosa. :P

o "pior" é que é por questões de trabalho!

dos colegas de trabalho - modelo sorrisos roubados vs modelo wtf

aquele que me traz um filme, porque viu, gostou e se lembrou de mim. :)
aquela que me liga e retoricamente pergunta se quero uma fatia de bolo. :)
 
vs

aquela que me desliga o telefone nos tímpanos ainda eu estava a articular um obrigada. :/

entre nós #17 - amor d'água fresca

o que eu já cantarolei este Amor d'Água Fresca. :)


Quando eu vi olhos de ameixa e a boca de amora silvestre
Tanto mel, tanto sol, nessa tua madeixa, perfil sumarento e agreste

Foi a certeza que eras tu, o meu doce de uva
E nós sobre a mesa, o amor de morango e cajú

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca, ohohoh

Tens na pele travo a laranja e no beijo três gomos de riso
Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca, provei e perdi o juízo

Foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem... vem... vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca

Ah... foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca

Peguei, trinquei e meti-te na cesta

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

eu tenho colegas de trabalho assim... roubadores de sorrisos*

toca o meu telefone:
eu - sim.
ele - helpdesk?
eu (sem perceber o que ele tinha dito) - sim !?
ele (um bocado atrapalhado, e sem saber com quem estava a falar) bom dia.
eu (a sorrir) - boa tarde!
ele - para onde é que estou a ligar?
eu (a sorrir ainda mais) - com quem é que querias falar?
ele (agora também a sorrir) - oh canca és tu! bem me parecia que alguém do helpdesk não teria assim uma voz tão simpática.
eu - já tiveste mentiras melhores.

se acredito, ponho em prática #10

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

da estranheza do meu amor

 (mudei a imagem, tinha esta mais adequada)

Talvez tenha uma forma estranha de encarar o amor, é a minha forma. Acredito que amar é acima de tudo querer bem, e querer o bem, o do outro e o nosso em igual medida. Não se escolhe o que se sente, nós mudámos, os outros mudam, o que sentimos pelos outros muda, o que os outros sentem por nós também muda. Acredito que amar é aceitar, é ser verdadeiro, sempre e em todas as circunstâncias. Se alguém nos deixa, nos diz que deixou de gostar de nós, temos de aceitar, e deixar o outro seguir o seu caminho. Se gostamos de verdade, dói, dói muito, questionamos os porquês, sentimo-nos desiludidos, perdidos, injustiçados. Mas se o outro foi sincero, que mais podemos exigir? Que encene uma mentira para nos fazer feliz, vivendo ele infeliz? Se nos enganou, que interesse tem manter alguém assim ao nosso lado? Não quero, não suporto viver de ilusões, prefiro a verdade por mais dura que seja. Quero alguém que me ame como sou, e que se sinta livre para ser o que é, não entendo amor de outra forma. Seria incapaz de usar qualquer artimanha para prender alguém, eu não estaria feliz porque sabia não estar a ser verdadeira, eu não seria feliz porque saberia estar a manipular alguém, tirando-lhe assim a liberdade de ser feliz. Amar é querer bem, e quem quer bem não faz mal, não usa, não manipula, não mente. Acredito que se fossemos sempre francos as relações nunca acabariam em conflitos, mas este é o mundo em que vivem a minha cabeça, o meu coração, e as minhas acções. A relação que se mantém após o fim de uma relação é para mim a medida do amor que existiu. Já sofri muito, talvez porque acredite demais, porque não saiba fingir, mas a medida dos rancores que guardo é igual à do peso na minha consciência, não existe.

(escrito após ler este post da I.)

"A morte não é um momento, mas um processo."

Para onde caminha a humanidade? Que luta desenfreada é esta por bens materiais, que faz esquecer que o bem mais precioso é a vida?! Para quê tanto egoísmo, tanta ganância, se todos temos um prazo de validade definido?! Porquê não aproveitar a vida para viver, ser feliz, fazer os outros felizes?! Não precisamos de muito, de cada vez mais, precisamos apenas do suficiente, amor, respeito, consideração, verdade, altruísmo, sensibilidade, carácter. Nada disso se pode comprar, então porque insiste o ser humano em se vender?! Não me entendo com esta nossa espécie de humanidade.
 
 
Será difícil encontrar as razões que levaram este casal a escolher a morte?!

é engraçado e não tem graça

"Acho engraçado como as pessoas mudam de repente, como elas agem como querem algo e como elas te tratam depois de conseguir, é engraçado como falta verdade, falta amor, falta coragem, é mais fácil viver em um mundo de mentiras sozinhos do que ser verdadeiro com todos? É mais fácil ser considerado covarde do que a coragem de encarar o rosto de quem se engana com um sorriso no rosto?
É engraçado como é mais fácil fingir, é mais fácil mentir, engraçado como é difícil confiar em alguém, deixar sua alegria se levar por outra pessoa é engraçado como as pessoas ignoram seus erros e apontam tão facilmente o dos outros.
É engraçado lembrar de quando eu era criança e queria ser adulto parecia tão legal e confortável, e hoje é mais engraçado como eu nunca queria ter crescido e ter preservado aquela doce e gostosa inocência, onde o mundo com certeza era mais bonito, ao menos mais verdadeiro."
 
Priscila Perondi 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

this is me - dos pés à cabeça :P

 
1,55 m de altura

 
pézinho 34
 

maluca por brincos
 

♥ tão verdade ♥


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

do sentir-me cheia de luz


eu às vezes gosto de mim, da minha generosidade, da minha capacidade de dar e de me dar, da minha forma pura e simples de acreditar e aceitar, da minha força interior, da minha capacidade de subtil e gentilmente passar a mais dura das mensagens... i'm free.

learning to look at the bright side


BOA SEMANA

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

dizem que hoje é dia dos animais, os ditos irracionais

Partilho dois vídeos que há muito me enviaram por e-mail, e me ficaram vivamente marcados na memória.





"Quanto mais conheço as pessoas mais amo os animais."

Os animais são incapazes de fazer o mal por prazer, a sua agressividade é instinto de defesa e sobrevivência, já o ser humano...

entre nós # 16 - pedra filosofal

simplesmente ADORO este poema, esta interpretação.


Pedra Filosofal

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

António Gedeão, 1956

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

se acredito, ponho em prática # 9


 
esta manhã fui brindada com pelo menos seis arco-íris, e sorri...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

da gente mal intencionada que por aqui anda

à pala de um comentário deixado neste post do HSB, no qual me referi a mulheres mulatas ou negras como "senhoras de cor", fui agressivamente acarinhada, será que agora só podemos utilizar termos como senhoras geneticamente beneficiadas pela melanina?!

Só vê maldade quem é maldoso, felizmente não é o meu caso. Para anónimos fofinhos que tenham dúvidas do meu apreço por seres humanos de cor, negros, pretos ou geneticamente beneficiados pela melanina sugiro que leiam ESTE post.

Saudações camaleónicas - o camaleão é um dos meus animais favoritos, pelo que agradeço ao anónimo ter-me roubado um sorriso. :)

da minha distracção crónica # 16

já tinha ouvido esta música algumas vezes, mas só quando a ouvi ao vivo percebi quem era a voz que a interpretava! estou a perder qualidades, sempre tive ouvido clínico! :(


Pinto um quadro com o que sinto
Pinto o que acho que vês
Pinto músicas e livros
Pinto sombras e talvez
Eu pinto um quadro contigo
Em que estás num jardim
À espera de um ombro amigo,
Sem saber o que esperar de mim

Quero pintar e ser abstrato
Nada em ti é exato
Quero pintar-te por toda a parte
Declarar-te obra de arte

Quando pinto outras pessoas,
Que eu nem sequer conheço
Lá se vai o conteúdo, e eu nem sequer começo
E se eu te pintar comigo, será deitar tudo a perder
Não me vai chegar a tinta, para o que eu te quero dizer

Quero pintar e ser abstrato
Nada em ti é exato
Quero pintar-te por toda a parte
Declarar-te obra de arte

E se eu te pintar comigo, será deitar tudo a perder
Não me vai chegar a tinta, para o que eu te quero dizer

Quero pintar e ser abstrato
Nada em ti é exato
Quero pintar-te por toda a parte
Declarar-te obra de arte

Quero pintar e ser abstrato
Nada em ti é exato
Quero pintar-te por toda a parte
Declarar-te obra de arte

terça-feira, 1 de outubro de 2013

pedaços de mim

Vi este desafio no i like simple things gostei, roubei e partilho um pouco mais de mim completando as seguintes frases:

Sei que,
sou barro, viver molda-me.
Não consigo
viver sem os meus.
Eu nunca
acreditei que algumas coisas me estivessem destinadas.
Ainda gostava de
viajar muito.
Eu já fiz
alguém muito feliz.
Eu morro de medo de
perder quem eu amo.
Eu sempre gostei de
música.
Se eu pudesse
tu estarias connosco.
Fico feliz, quando
roubo sorrisos.
Se pudesse voltar atrás no tempo,
seria menos ingénua.
Adoro
as cores do Outono.
Eu preciso de
acreditar mais em mim.
Não suporto
mentira, egoísmo, insensibilidade.