Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

será uma mensagem (pouco) subliminar do google?

faço uma pesquisa no google que começa pela palavra "coveiro" e este coloca-me como opção de pesquisa "não devia mais querer você"!


será que me está a querer dizer que há pessoas na minha vida que eu devia enterrar????

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

crossroads, ou como as amígdalas nem sempre são nossas amigas!

ainda que pessoas felizes sejam de convivência mais fácil, não consigo deixar de preferir estar junto daqueles que precisam de ajuda para ultrapassar as suas fragilidades. 

nem todos se aproximam de pessoas com fragilidades para ajudar, alguns procuram apenas a possibilidade que estas lhe dão de subjugar.

decifrar o caos

Acho que sou um bocado desarrumado. Por exemplo, não sei onde guardar as memórias que tenho de ti. Passo os dias a tentar guardá-las numa prateleira qualquer da vida, mas não consigo. Acabo sempre com elas espalhadas por todo o lado, de tal forma que quero andar e não consigo sem as pisar.
...
O Amor é uma questão de arrumação e eu sou um desarrumado por natureza, o que quer dizer que a minha natureza é Amar-te mais ou menos assim, num caos permanente em mim.
(Se um dia me perguntares como é que eu ando e eu responder que estou arrumadinho, então é porque deixei de te Amar. Mas não contes com isso.)
 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

ao longe a beleza dos prados

desconfio que as terças-feiras estão mancomunadas com o laboratório dono da patente do "meu" ansiolítico, é a única explicação lógica para a forma impiedosa como estão a pôr à prova a minha capacidade de superar (sem ajuda) situações menos boas. surpreendentemente, apesar do aperto no peito e da vontade de desabar, estou a resistir.
 
quando olho racionalmente as causas destes dois picos de ansiedade, sei que não foram as pessoas ou os acontecimentos. fui eu, a dificuldade em me aceitar, o medo de mostrar as minhas fragilidades e ser rejeitada, eu no castelo... 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

haverá cérebro mais estranho que o meu?

ando limpa há dois meses! sem nada que o fizesse esperar, sem qualquer planeamento, deixei por completo o ansiolítico. 
 
tenho enfrentado o dia-a-dia de forma surpreendentemente segura.
 
paralelamente, os pensamentos auto destrutivos tornaram-se hiperactivos! os monstros que são os meus muitos defeitos reforçaram o seu estatuto de intoleráveis, inaceitáveis, os piores entre os piores.
 
sinto-me qual tartaruga protegida do exterior quando o perigo mora lá dentro!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

entre nós # 117 - search for the hero

no fim-de-semana passado ouvi parte do refrão desta música (no canal panda!), não percebi bem o que diziam, mas foi o bastante para despertar uma lembrança desejosa por despontar (ouvir e cantar). o ritmo já dançava na minha memória, a letra, à minha boa maneira, reescrevi-a, faltava descobrir de quem era a voz marcante - felizmente temos a www! lembram-se de cantar a procura deste herói?! foi lançada há exactamente 20 anos!

m people

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

receita da canca - bolo de melancia, sem melancia ;)

Bolo simples de gelatina

200 g de manteiga
250 g de açúcar amarelo

4 ovos
1 saqueta de gelatina em pó sabor melancia

300 g de farinha para bolos
1 colher de chá de fermento em pó
150 ml de leite

Bater a manteiga com o açúcar.
Adicionar os ovos e a gelatina e mexer.
Envolver alternadamente a farinha misturada com o fermento e o leite.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180ºC, até o teste do palito sair limpo (o tempo de cozedura depende de cada forno).
Receita adaptada daqui. A primeira vez que fiz, recheei e cobri com os queijos, como não convenceu, repeti da forma simples que agora partilho. Foi bastante apreciado, e pode ser feito com o vosso sabor preferido de gelatina.

Não há fotos, mas garanto que aspecto e sabor são muuuuuuuuito bons.

entre nós # 116 - my lover's gone

lover's may go, but special musics stay...
dido
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

nunca fui boa a mentir, nem a mim mesma!

"But what's real? You can't find the truth, you just pick the lie you like the best.” 

Marilyn Manson

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

entre nós # 115 - my angel gabriel

após duas semanas de ausência o entre nós regressa nas asas de um anjo.

"nem todos os anjos têm asas, às vezes eles têm apenas o dom de te fazer sorrir."

lamb
 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

isto do amor (cantado) em inglês é outra coisa

So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet


vou só ali rasgar todas as minhas calças, o rapaz não há-de apanhar-me desprevenida!
está visto que o amor não é imume às tendências da moda! trendy love é o que é!

domingo, 23 de agosto de 2015

i've been away: getting old, hopefully not bitter (continuo sem certezas)

não tenho escrito. falta de inspiração. não o posso considerar mau de todo, a minha escrita é (particularmente) movida pelo drama. assim sendo, a verdade é que não ter escrito está intimamente ligado com o encontro de alguma serenidade, aceitação, aprendizagem... um dia de cada vez, tirando partido das minhas possibilidades, desenfatizando, sem esquecer, as minhas diferenças e limitações. sou como sou, há coisas impossíveis de mudar, impossíveis de aceitar pacificamente, mas com as quais tenho de viver. se tenho de viver com elas, é necessário encontrar forma de convivência pacifica, a maioria dos dias pelo menos! de vez em quando há direito a um dia ou outro de mal comigo, com a vida e com o mundo, mas só de vez em quando. o resto dos dias é esforçar-me por olhar menos para mim e mais para tudo o que me rodeia.
todos os que passam na nossa vida são oportunidades de aprendizagem, neste processo sempre valorizei mais os que me magoaram. talvez por julgar terem sido eles a ensinar-me a reparar  nas minhas qualidades, aquelas que eu não via porque não sabia olhar o que realmente importa. acho que alarguei horizontes, distribui mais uniformemente o foco entre o mau e o bom, e começo a perceber que quem nos quer bem também nos ajuda a crescer, com a vantagem de nos proporcionar bons momentos. parece-me que ocupar, com esses momentos, mais do tempo que deixo passar a pensar é algo que me tem feito escrever menos!
por muitas voltas que a vida dê, espero não esquecer que um dia pessoas minhas me disseram: - envelhecer não serve só para ficar mais velho. e - eu sempre quis que, conforme fosse envelhecendo, nunca ficasse "amarga". continuar o caminho sem esquecer. sem memória não há aprendizagem. 
há contudo aprendizagens impossíveis, e entre elas estão a minha incapacidade de encontrar certezas e de escrever sobre qulaquer assunto na generalidade, e sobre sentimentos em particular. :P

da minha distracção crónica # 31 - uma virose e dois bolos

após ter recebido a sempre agradável visita de uma virose gastrointestinal, que me deixou colocada à cama todo o dia de sexta-feira, eis que, sábado acordo fresca que nem uma alface, às 7:45 da manhã. e qual é a coisa, qual é ela que resolvo fazer? um bolo! não tardou o bolo estava no forno e eu a arrumar os ingredientes, altura em que percebo ter utilizado farinha sem fermento! escusado será dizer que, o bolo além de não crescer e ficar enqueijado, estava intragável. mas quem passou um dia inteiro sem ingerir comida, daquela que além além do corpo alimenta a alma, não desiste ao primeiro contratempo. após o almoço repeti a receita, desta utilizando farinha com fermento! :) está bom, sim senhor, metade ainda o pode comprovar!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

entre nós # 114 - dá-me um abraço

porque um abraço é ir para longe estando perto...
 

miguel gameiro