Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teriam ouvido as verdades que teimo em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria. Charles Chaplin

Tornámo-nos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos. Antoine de Saint-Exupéry

A cabeça que se não volta para os horizontes sumidos não contém nem pensamento nem amor. Victor Hugo

Não importa o que fizeram connosco, importa o que fazemos com aquilo que nos fizeram. JP Sartre

segunda-feira, 31 de março de 2014

no meu armário não há esqueletos, porém, no meu coração jaz uma quantidade de emoções positivas bem superior ao que eu desejava

uma amiga comentava comigo um livro que está a ler, daqueles que estão na moda, e ensinam as pessoas a ser felizes, disse-lhe:
- cada um é feliz à sua maneira, não há receitas. sabes bem que sou uma descrente, não vale a pena perder tempo a tentar evangelizar-me.
 
minutos depois de falar com outra pessoa, dei por mim a pensar no que antes tinha dito. a minha descrença é de teorias (sejam elas de que tipo forem - teorias generalizam, eu não gosto de generalizações), não é extensiva às pessoas, nas pessoas eu acredito, esforço-me por ver o melhor delas. custa-me matar dentro de mim pessoas que eu achei serem seres humanos decentes, com falhas, como todos, mas com fundo bom, de boa índole. custa-me ver que há pessoas que têm prazer em degradar as relações, que estudam o outro, apreendem os seus pontos fracos, e aproveitam-nos para ferir, e fazem-no a quem só lhes quis estender a mão. custa-me perceber que há pessoas que não sabem querer bem, que não sabem aceitar que as criticas são formas de alerta e não de ofensa, custa-me perceber que há pessoas que não sabem o valor, nem conhecem a beleza de uma amizade verdadeira...

6 comentários:

  1. E por essa razão, serão sempre pessoas mais pobres...

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    1. Padecem do pior tipo de pobreza!

      Beijinhos

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  2. O título que dá ao seu post é fabuloso... Está carregado de afetos. Gostei!

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    1. Este comentário roubou-me um enorme sorriso. Obrigada pela gentileza. Embora nem sempre os saiba demonstrar os afectos vivem em mim, de vez em quando matam-mos, mas não me conseguem arrancar o que senti!

      Beijinhos

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  3. Essas pessoas serão sempre as que devemos evitar. Pessoas como tu, pelo contrário, são essenciais à vida!
    Beijinhos

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    1. A gentileza vive em ti, obrigada por seres parte deste cantinho de partilhas.

      Abraço apertado

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Partilhem, que partilhar tem graça! Façam o favor de me roubar sorrisos...